Escrever é preencher o vazio.
Dizer nada de forma coerente.
Igual a vida, o nada mais cheio de sentido que existe.
Caos do dia
Desventuras de uma mente inquieta.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Dois.
No espaço de tempo o pouco parece muito.
Curta cronologia; longa vivência.
Período suficiente para o novo. Aprendizado mútuo.
Período suficiente para o novo. Aprendizado mútuo.
Sem alarde
o caminho se constrói
pavimentado
pelo verbo dos nossos passos.
Dois é sempre maior que um.
E que seja assim.
Um
pé
por
vez.
o caminho se constrói
pavimentado
pelo verbo dos nossos passos.
Dois é sempre maior que um.
E que seja assim.
Um
pé
por
vez.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Rodovia.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Garoa.
Terra da garoa e das enchentes. Faço desse caos o meu aconchego.
Aqui o relógio passa depressa, o caminhar alucina a noite que cai fria.
Em meio às tribos, a diversidade que torna o japonês e o nordestino conterrâneos do mesmo asfalto.
Querida e odiada, agitada e travada. São Paulo é assim, contraste o tempo todo. O verde do Ibirapuera e o cinza do centro, a favela de muitos e o luxo de poucos.
Essa metrópole não para, aqui a cultura faz virada, o esporte lota estádios e a paixão junta os distantes.
Apesar de todas as mazelas, aqui é onde meu coração resplandece.
Essa é a grande São Paulo, que não é só dos Paulistanos, é de quem quiser.
Aqui o relógio passa depressa, o caminhar alucina a noite que cai fria.
Em meio às tribos, a diversidade que torna o japonês e o nordestino conterrâneos do mesmo asfalto.
Querida e odiada, agitada e travada. São Paulo é assim, contraste o tempo todo. O verde do Ibirapuera e o cinza do centro, a favela de muitos e o luxo de poucos.
Essa metrópole não para, aqui a cultura faz virada, o esporte lota estádios e a paixão junta os distantes.
Apesar de todas as mazelas, aqui é onde meu coração resplandece.
Essa é a grande São Paulo, que não é só dos Paulistanos, é de quem quiser.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Não existe.
Cada vez mais acredito que o amor não existe, é coisa de cinema, da literatura, da música. Não é real. Desde pequeno nos acostumamos a ver o amor idealizado. Casais utópicos que vencem milhares de barreiras para viverem juntos. Esses são os tais amores campeões de bilheteria.
Não estou descartando relacionamentos, não abro mão do contato a dois de jeito nenhum, mas ando achando que essa coisa de “felizes para sempre” não existe. A convivência entre pessoas cria desgaste, sejam elas namorados, colegas de trabalho ou família. É natural do ser humano.
Sensação boa é a de começo, o processo de descobertas, risadas e falta de preocupação. Mas infelizmente isso passa.
Bom, não se preocupem com minha atual descrença no amor, meu esporte favorito é a contradição.
Não estou descartando relacionamentos, não abro mão do contato a dois de jeito nenhum, mas ando achando que essa coisa de “felizes para sempre” não existe. A convivência entre pessoas cria desgaste, sejam elas namorados, colegas de trabalho ou família. É natural do ser humano.
Sensação boa é a de começo, o processo de descobertas, risadas e falta de preocupação. Mas infelizmente isso passa.
Bom, não se preocupem com minha atual descrença no amor, meu esporte favorito é a contradição.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Avoado.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Palidez.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Sem foco.
Andei por uma, duas ruas, mas todos os rostos eram iguais. Não enxergo mais ninguém.
O problema é na visão ou na memória?
Perdi o amor e agora não sei onde encontrar.
O problema é na visão ou na memória?
Perdi o amor e agora não sei onde encontrar.
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